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Caso no BBB 26 reacende debate sobre importunação sexual e redes de proteção à mulher

por Imprensa publicado 22/01/2026 14h29, última modificação 22/01/2026 14h29
Episódio envolvendo participantes no reality show evidencia a importância da Lei de Importunação Sexual e dos órgãos de acolhimento disponíveis para denúncias de violência contra a mulher
Caso no BBB 26 reacende debate sobre importunação sexual e redes de proteção à mulher

Foto: Reprodução

Na última semana, um fato envolvendo o reality show Big Brother Brasil 2026 ganhou foco na mídia nacional. Um dos participantes, que entrou no programa após a participação na Casa de Vidro, protagonizou um episódio de importunação sexual contra uma de suas colegas de programa, levantando questionamentos sobre a segurança da mulher mesmo em espaços onde a vigilância é o foco principal. 

Episódios como esse são, infelizmente, comuns dentro e fora das telas, colocando diariamente a segurança de mulheres de todas as idades em risco. Em 2026, a Lei de Importunação Sexual (Lei nº 13.718/2018) completa 8 anos de existência, trazendo respaldo para que mulheres possam se resguardar de tais atos em seus cotidianos.

São nestes momentos que órgãos de proteção a mulher estão a postos para receber e tratar da maneira correta cada caso.


Locais de proteção para as mulheres

Além da lei, as mulheres também estão amparadas em órgãos específicos que recebem estes tipos de denúncias, como por exemplo, a Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, bem como a Delegacia da Mulher, onde é feito todo o acolhimento e tratamento da situação.

Junto destes locais, em Guarapuava também existe a Procuradoria da Mulher, órgão de defesa das mulheres vinculado a Câmara Municipal, que também realiza todo o acolhimento, independente da situação envolvendo violência ou importunação. Sua atuação inclui: encaminhamento das denúncias, ações educativas, orientação e articulação na rede de proteção. 

A frente da Procuradoria da Mulher, a vereadora Profª Bia (PV) destaca a importância de procurar ajuda legal em casos de importunação sexual e violência contra as mulheres. “Ao atuar de forma integrada com a rede de proteção, a Procuradoria contribui para que os casos não sejam invisibilizados, garantindo que as denúncias recebam o tratamento adequado, e que as mulheres tenham acesso a proteção, justiça e o acompanhamento necessário“, destaca.

Para saber mais informações, entre em contato com a Procuradoria da Mulher pelo telefone/Whatsapp: (42) 3630-3843 ou pelas redes sociais no @promuguarapuava. Rompa o silêncio, denunciar é um ato de coragem.


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